domingo, 24 de agosto de 2008

Coloque a música que te faça pensar, e leia, apenas leia......


Momentos que são incomensuráveis.

Há certos tempos em que segunda-feira se torna um dia atípico, você acorda com a disposição de um leão, trabalha o dia todo, vai para a faculdade chega em casa e apaga, terça o mesmo ritmo, mas, a semana passa rápido, você nem vê, chega quinta, um acontecimento importante está para ser realizado, noite surreal, aquela pessoa com quem você queria estar está à sua frente, embebedando-se com você nos sentimentos mais intensos de amor, desejo, vontade, carne, tudo parece eclodir ao mesmo tempo.

Corpos dados um ao outro, coração batendo forte, pulsos firmes, beijos perfeitos, tudo parado a sua volta. A música que toca é simples, mas, faz seus sentidos aguçarem ainda mais, ela penetra em sua mente, chega até seu coração, faz sua pele se arrepiar, basta fechar os olhos e senti-la.

Fim de noite, fica uma sensação de quero mais, cada vez mais, chega sexta, a semana voou, pensamos neste momento no que iremos fazer, até porque, como dizer os atuais, a noite é uma criança. Você sai sozinho apenas para espairecer, clarear as idéias e pensar em si mesmo, volta para casa, acorda ao meio, dia, sábado cheio de coisas para fazer, mas, chega a noite e, a quem convidar para passar a noite com vossa senhoria, a quem chamar para compartilhar seus momentos de alegria ?

Amigos, casos, amantes, namoradas, cada um tem sua escolha, basta olhar a sua volta e ver o que te completa mais. Mas, estes onde se encontram, na dita balada ou num bar apenas tomando aquela com amigos, ou então, naquele Fondue com sua eterna amada!?

Não se sabe, ou melhor, neste momento nada se sabe, apenas combinações aqui outras ali, nada da certo, você sai e de repente, quem está a sua frente, a pessoa com quem você queria que ali estivesse, a noite não para, passa como raio tocando o solo num dia nublado, você nem vê, apenas sente.

Chega domingo, seis da tarde, final de dia maravilhoso.

Sente-se a beira do lago, olhe para o horizonte, veja o pôr do sol, talvez amarelo, laranja, vermelho ou azul, apenas olhe, sinta-se, agradeça, este momento é seu e de mais ninguém, simplesmente seu.

Agora, acorde, já é segunda-feira, veja que tudo isso não passa de um sonho, mas sonhos são bons e como é bom sonhar.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Novos rumos novos ares


Olá caros leitores,


Estamos de volta depois de um longo período sem textos.


Como faltava-me tempo, fiquei vários meses sem escrever, mas agora tudo mudou.


Em breve novas postagens.


Obrigao.

sábado, 8 de março de 2008

Brasil um país de todos

Caros amigos, desculpe, mas não pude postar durante um bom tempo por fatores que ultimamente andam me prejudicando e muito, como tempo e estresse, mas, tudo passa;

Reciprocidade, esse princípio que vem sendo discutido ao longo desta semana em face do tratamento diferenciado dos brasileiros que tentaram entrar na Espanha não está normatizado, posto, colocado taxativamente, insculpido em nosso ordenamento, todavia, está presente pela via análoga.

A possibilidade do Brasil de “retaliar” os espanhóis que tentam entrar no país é a mais pura e clara prova de que somos autônomos além de soberanos, porquanto, essa falácia de que o que aconteceu essa semana não é uma forma de retaliação é demagogia.

O Brasil tem todo o direito de defender seu povo, que este, consiste no conjunto de pessoas que fazem parte dele, unido pelo vínculo da nacionalidade, portanto, não há problema algum o que o Brasil faz, e também não há problema algum com a Espanha, pois cada Estado tem o direito de impor qual a forma em que as pessoas adentram em seu território, mas isso demonstra o quanto o brasileiro é mal quisto nos países acima da linha do equador, muitas vezes por causa de meninas que topam de tudo para ter uma vida “glamurosa” e caem nas “emboscadas” dos traficantes de mulheres, muitas vezes pelo vandalismo provocado pelos brasileiros em países europeus e má qualificação dos mesmo diante de uma disputa de emprego, ademais, pela complexa teia do tráfico de drogas que permeia o Brasil de norte a sul.

Junte tudo isso, coloque no liquidificador, teremos um conceito de brasileiro fora do país da seguinte maneira:

Brasileiro é aquele que, ou é jogador de futebol, ou é prostituta, ou é traficante, o turista, a esse não tem cara de brasileiro.

O Brasil que corra atrás de mudar essa opinião, do contrário estaremos embarcando para o Equador, Venezuela, Paraguai, Colômbia, Boli.....

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Carinhoso

Meu coração, não sei por que
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Composição: Pixinguinha

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Homens, Mulheres, Família.

Fazer uma análise sobre o comportamento humano ou familiar não é fácil, portanto, me dedico a tentar analisar como funciona a cabeça de um homem, diferenciando do pensamento da mulher em sua maioria das vezes sob o enfoque familiar.

Num primeiro aspecto, o garoto antes dos seus 8 ou 9 anos cresce em certas situações sendo o espelho da mãe, como por exemplo, aquele menino que ainda depende dela para poder tomar banho ou daqueles que dormem com ela em situações de medo.

O pai nessa história, ainda está como coadjuvante, sempre ajudando no que pode mas sempre com aquele pensamento de que terá um filho que jogará futebol ou correrá de carro e será campeão, sendo assim, já coloca o filho na escolinha esperando que tudo isso venha a se realizar, todavia, o mesmo observa que o garoto não tem futuro nessa história e já começa a pensar que o menino tem que ser aquilo que ele foi quando era menor ou tem que ser aquilo que ele não foi, mas sempre com o intuito que ele seja o melhor em tudo que ele fizer.

Assim sendo, o pai que era mero coadjuvante passa a ser autor da história e as palavras do mesmo ou perguntas são do tipo:

- Meu garoto, já está querendo sair a noite, deve estar com muitas garotas no pé, que nem o pai quando era mais novo; portanto, o filho se não iniciou, tem que começar logo a procurar as "gatinhas" na rua.

Ao contrário desse comportamento, é o do pai com uma filha, ele nesta fase está mais preocupado se a filha está ou não indo bem na escola e não quer nem saber se ela já arranjou um namorando, uma vez que tal notícia seria o fim da picada, pois como pode a filha dele nesta idade já namorando, mas o filho (homem) dele, pode sair para "pegar" a filha dos outros.

Enfim, passada essa fase, o filho deste mesmo indivíduo (indivíduo este que também teve criações paternalistas em épocas não muito distantes) -, ao sair de sua adolescência e chegar à juventude, por volta dos seus 22 até os 26 anos, quer aproveitar tudo que ele ainda não aproveitou em menos de 5 anos e sai fazendo tudo que lhe dá na cabeça, sem ouvir pai ou mãe, sempre com o intuito de "pegar" a maior quantidade de mulheres que ele puder numa festa e nesta fase, diga-se de passagem, ele não está nem um pouco preocupado com os estudos e o pior, por força de sua criação, machista, também não está preocupado se a garota que ele está "ficando", é ou não é "certinha".

A menina por outro lado também está mais solta, ou melhor, quer ficar mais solta, não agüenta mais estudar e estudar, quer sair com as amigas, paquerar e assim por diante. A mãe, sabe da responsabilidade da filha mas o pai ainda nem sentou com ela para saber se anda tudo bem com ela, tanto na sua vida amorosa quanto na sua vida particular.

De lados opostos, o garoto vai crescendo e ao perceber que agora é hora de levar a vida um pouco mais a sério, ele para e pensa:

- Será que quero casar com uma garota com quem eu saía e fazia todas aquelas sacanagens no decorrer da vida, ou, será que quero casar com uma garota séria, garota que eu não tenha ouvido falar que era assim ou assado?

Bom, a resposta para esse questionamento é fácil, mas, e a filha, será que é justo ela ter que ser escolhida e não poder escolher com que tipo de homem quer ficar?

Tudo isso meus caros, em face do comportamento machista que possuímos, sem contudo, deixar de observar o comportamento protecionista da mãe, comportamento correto diga-se de passagem, que muitas vezes tentou frear de forma ineficaz as tentativas do pai de transformar sua família no espelho que ele é ou que ele queria ser.

Pode-se observar que isso não acontece não só em certas regiões do país, como Nordeste ou Norte, mas também acontece nas regiões Centro-Oeste, Sul, Sudeste, talvez no Norte e no Nordeste esse pensamento esteja mais arraigado, mas não obstante acontece nas demais regiões do nosso país.

Portanto chego a conclusão de que se continuarmos com esses pensamentos e outros mais durante a nossa vida e, se não pararmos para pensar no outro, naquele que está a nossa frente, no companheiro ou companheira, no filho ou na filha, continuaremos a ter casamentos que duram pouco, filhos que não obedecem os pais, sem limites, jovens que estão totalmente perdidos na vida, sem um norte para seguir, famílias comprometidas pelo comportamento ou do pai ou da mãe, famílias sem estrutura, onde não se tem um consenso.

Tudo isso, com conseqüências que ainda não paramos para pensar, conseqüências que nos leva a ser um país violento, sem educação, onde as pessoas não levam a sério o trabalho, porque levam mais a sério ir para um churrasco final de semana e beber com os amigos do que ir apreciar o por do sol no final da tarde, ou levar a namorada para jantar, ou quem sabe, ler um livro no final da noite, mas isso é pedir demais e assim por diante.

Por fim, continuaremos do mesmo jeito, até que alguém pare para pensar e analise o comportamento do homem, da mulher e familiar principalmente, pois este último influencia e muito na vida de uma pessoa.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Um pouquinho de Futebol


Sempre entro na Internet para ver as notícias do dia a dia, e assim, ao final também procuro ler as notícias do futebol brasileiro e os comentários sobre o assunto.

Porém, ao ler as noticias do meu clube e dos comentários dos jornalistas sobre o mesmo, pude perceber a grande revolta dos torcedores do clube contrário com os comentários do colunista sobre o clube que torço.

Pude então fazer uma análise prévia sobre tal fato e fazer a seguinte pergunta:
Porque a torcida contrária torce tanto para que um clube venha a ser rebaixado?

Estou falando mais entre Atlético-MG e Cruzeiro, pois os que torcem para o Cruzeiro querem que o Atlético vá para a segunda divisão, terceira ou quarta e os que torcem pelo Atlético querem o mesmo, contudo, o que há de errado nisso?

A priori nada, mas sendo regionalista e partindo do pressuposto que, no Rio os clubes cariocas têm uma emissora que os beneficia de uma forma incomensurável, e essa tal emissora mesmo que o clube jogue pífiamente não deixa de transmitir os jogos dos times cariocas e mesmo sabendo que outros campeonatos são melhores mais competitivos, além de que terá muito mais público se transmitisse por exemplo o Campeonato Paulista dia de semana e o Carioca final de semana, mas ainda assim não deixa de passar, por muitas vezes, apenas o campeonato carioca; talvez porque seja uma emissora regionalista ou protecionista ou "carioca".

Sendo assim, tais clubes não têm do que reclamar, porque o dinheiro que a "TV" lhes paga é muito grande, e consequentemente podem fazer seus ajustes administrativos contratando por sua vez jogadores para ganharem títulos e terem respaldo nacional.

Em São Paulo, a "TV" também está presente, todavia, a administração dos clubes é melhor e o número de clubes também é maior, com isso a competitividade aumenta, a administração tem necessariamente que ser melhor e por conseqüência, lógica diga-se de passagem, o clube tem títulos e respaldo nacional.

No sul, é parecido com Minas, a "TV" não comenta muito, não há tantos clubes grandes como em outras capitais, como São Paulo ou Rio, mas lá possui uma diferença, seus respectivos clubes são gerenciados com seriedade, pelo menos nos últimos tempos, e daí ganham títulos, basta conferir o Internacional que ganhou nos últimos dois anos a Libertadores e o Mundial de Clubes, bem como o Grêmio que tem pelo menos um Mundial de Clubes e duas Libertadores, no mínimo times que têm como trazer torcedores novos a cada dia por possuírem títulos. Em minas isso não acontece, os clubes por mais que sejam "Grandes", que tenham estrutura e tradição, não possuem títulos de tanto renome quanto os do Sul ou de São Paulo, como também não possuem uma emissora para joga-los na mídia toda quarta-feira a noite para todo o Brasil.

Assim sendo, o intuito deste texto não é menosprezar a rivalidade entre as torcidas, longe disso, mas sim fazer ou tentar implantar uma idéia de que em tal região, não há uma grande emissora para reproduzir os jogos dos times em rede nacional todo final de semana, assim como não há vários outros clubes na mesma região que sejam competitivos a altura de tais times como Atlético e Cruzeiro, e por fim, não há administração séria que leve os mesmos a títulos de respaldo internacional, desta forma, as torcidas deveriam ao invés de criticar sempre o clube adversário, deveriam bater na porta deste e cobrar a falta de administração, cobrar para que o clube seja respeitado pelos demais torcedores, ir ao estádio mesmo com o time na 3.ª divisão do campeonato regional, cobrar respeito por parte dos dirigentes, cobrar que tenham condições mínimas de ir ao estádio, neste aspecto me refiro a segurança, que diga-se de passagem, é mais insegurança.

Só assim, tais "entidades" poderão crescer conjuntamente no cenário nacional ainda mais e só assim, poderão conseguir novos títulos e principalmente pequenos torcedores que os terão no coração para sempre. E isso vale para os demais clubes pequenos Brasil afora.

Aproveitando o tema de fundo, comportamento humano, abro espaço também para falar-mos sobre; será que uma dada região do Brasil pode influenciar em toda a vida social, econômica, política, e assim por diante de um indivíduo? Será que pode esse mesmo indivíduo ter a capacidade intelectiva para pensar em si mesmo e em seus atos da vida privada ou atos do cotidiano, faço esse questionamento e outros mais para depois reproduzir um texto sobre tal questionamento; o comportamento humano ou do homem é prejudicial a ele mesmo ou a toda uma sociedade?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Novos rumos... ou novos tempos.

Quando ainda somos pequenos seres da vida cotidiana, como garotinhos que vão à escola pela manhã, fazem dever de casa a tarde e tem o resto do dia para brincar, tempos estes de 2.ª, 3.ª série. Quando ainda somos garotos que ao chegar ao ensino fundamental sentem-se pessoas “grandes”, que o mundo agora é deles, com novas amizades, novas brincadeiras, novos conhecimentos e talvez novas namoradinhas.

Mundo ou tempos, onde se jogava bola na rua de casa, onde se brincava de “esconde-esconde” no quarteirão ou descia de patins ladeira abaixo, tempos que não pensávamos ainda em nossas atitudes e muito menos o que o futuro nos traria.

Ao chegar no ensino médio, a responsabilidade aumenta, nos deparamos com um mundo mais novo ainda, pois as notas terão de ser melhores e agora, o conselho do pai será:

“Meu filho, agora é tempo de começar a estudar para passar no vestibular”.

Por vezes escutei sem lhe dar razão, queria saber era de paquerar, “azaração”, nada de ficar me matando para passar no vestibular, até porque, ainda faltava muito tempo para ter que pensar nesse tal de vestibular. Todavia, esse tempo passou, passamos, e nos deparamos com mais uma vida nova, um mundo pela frente, será que crescemos ou ainda somo garotos desprotegidos, será que agora terei que mudar meu comportamento para entrar na universidade, será que as cobranças vão aumentar, será que é tudo ou nada, ou você decide certo ou desistirá no meio do caminho.

Na verdade não é bem assim, compete a você escolher o que quer ser da vida, tempos de brincadeira passaram, tempos de “azaração” passou, agora, é tempo de reflexão e estudo, tempo de ser um homem sério, maduro e que possa trabalhar para fazer o melhor, nem que seja para um grupo ínfimo de pessoas, mas que as mesmas possam se sentir melhores por terem sido ajudadas, é hora de suar a camisa, dar tudo de si, e talvez não esperar retorno de nada, pois nada na vida vale mais a pena do que você saber que o que você está fazendo é simplesmente o que deveria fazer.

Novo tempo chegará, ainda não sei como é, mas sei que será como agora, tempo de muita reflexão e estudo.